Culpado Brasileiro do assassinato de Dorothy Stang foi disparado na escala do espaço em branco do ponto Um rancheiro Brazileiro foi declarado culpado de ser um dos mandantes da morte da ativista ambiental Dorothy Stang. Uma corte na cidade de Belém do Pará sentenciou Vitalmiro Bastos Moura, 36, a 30 anos por contratar pistoleiro para matar a missionária de 73 anos morta em 2005. A irmã Dorothy fêz campanha pelos direitos dos fazendeiros pobres e para preservar a floresta e os locais dos colaboradores. Seu assassinato seguiu uma disputa com os rancheiros sobre a terra que queriam o espaço livre para o pasto o que ela quis proteger. “Justiça feita” O juiz Raymond Moises Alves Flexa impôs a sentença máxima. Disse que Moura tinha mostrado “uma personalidade violenta podendo causar danos a sociedade em que vive” e que a morte da irmã tinha sido realizada “de uma maneira covarde”. As ativistas viram a participação como um teste de se o governo poderia agir para freiar o desmatamento no Amazonas. O irmão David de Dorothy Stang, que estava presente no julgamento, “disse que a justiça foi feita”. Os Promotores disseram que o Sr. Moura tinha encomendado a morte de da irmã Dorothy porque ela tinha denunciado às autoridades locais acusando-os de atear fogos ilegais à terra desobstruída, o que lhe custou uma multa substancial. O encarregado tinha vivido na cidade de Anapu por mais de 20 anos, ajudando a nativos a defenderem suas terras. Foi encontrada morta em uma trilha enlameada em fevereiro 2005, com seis tiros nas costas. Três homens - dois pistoleiros um mandante - já contratado para a matar, mas esta era a primeira participação de alguém que o requisitou. Outro rancheiro se encarregou de arrecadar dinheiro para contratar os pistoleiros. Nos 30 anos passados, mais de 1.000 pessoas foram mortas em disputas da terra no Brasil, o Brasil Gary correspondente Duffy do BBC diz - mais de 770 daqueles no estado de Pará. Fonte: O Brasil Gary correspondente Duffy do BBC